produção em divulgação científica e cultural

Sobre nós

 

grupoverderp@gmail.com

Ribeirão Preto, uma importante cidade do interior paulista. Alem de pólo comercial e industrial, Ribeirão abriga várias universidades e uma grande população de jovens que chegam até ela para se formarem. Por consequência, a noite é agitada, os bares lotam e um calor infernal nos convida e tomar um chope e passar a tarde toda na beira de uma piscina.

No entanto, alguns jovens de Ribeirão Preto, em sua maioria biólogos formados pela USP e grandes amigos, se reuniram em torno de um ideal comum: divulgar as neurociências e ampliar seu entendimento ao máximo, utilizando para isso as ferramentas tecnológicas que estamos tão acostumados (internet, áudio e vídeo digitais etc.), mas que por outro lado, os cientistas mais tradicionais não têm tanta intimidade e não sabem, na realidade, de seu poder de penetração. Montou-se então o Grupo Verde, uma produtora de idéias, cujo sloogan “Ideia é mato”, resume a ideologia: Muita discussão, muita conversa e ação organizada.

O grupo realizou o programa “Roda da Ciência”, que segue os moldes do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, mas os entrevistadores são alunos e o entrevistado, um professor ligado à um laboratório de pesquisa . Esses alunos são meninos e meninas de 12 a 18 anos que vêm até a Casa da Ciência (Hemocentro da USP-RP) para terem aulas com alunos de pós-graduação. Tudo é filmado e editado pelo Grupo Verde – que até então nunca tinham se deparado com uma câmera de vídeo – e auxiliares técnicos do Hemocentro de Ribeirão Preto. Além do programa gravado neste formato televisivo, são gerados pequenos documentários sobre quem se envolveu. Além disso, resolvemos nos meter em produçao cultural que seja interessante, como video clips, palestras, conferências e organização de eventos (veja aqui).

Se IDEIA  É MATO, não há porque temer meus amigos!

OBJETIVOS

1) Ajudar o meio acadêmico e científico brasileiro a se tornar mais comunicativo com a sociedade em geral;

2) Ajudar o meio jornalístico brasileiro a transmitir a beleza e a importância social da prática científica, ao invés de simplesmente alimentar discursos finalistas, do tipo “a ciência comprovou isso; a ciência comprovou aquilo”;

3) Se envolver com coisas interessantes que aconteçam em cultura e ciência;

4) Celebrar a amizade.

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